António Brito alistou-se nas Tropas Pára-quedistas em 1968, tinha 18 anos. Em Março de 1969 chegou a Moçambique, ao BCP-32 de Nacala. Pouco depois participava nos primeiros combates contra o inimigo na Serra Mapé. Ao longo de três anos integrou dezenas de missões por todo o norte de Moçambique, contra os guerrilheiros nacionalistas. Algumas delas, foram das mais importantes operações militares realizadas em toda a guerra colonial.
As fotografias desta página, ilustram esse tempo de grandes dificuldades, mas também de enormes desafios pessoais. Essas vivências africanas, no antigo território português do Índico, ajudaram a moldar o seu carácter e determinação, as quais têm sido referências firmes ao longo da sua vida.
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O voo livre, sempre foi uma das paixões de António Brito. Antigo praticante de pára-quedismo civil, asa delta e ultra-leve motorizado, é hoje um praticante de parapente, actividade com que ocupa os fins de semana, voando nas falésias ao longo do litoral ou nas serranias do interior.
Não há prazer maior do que, no alto da montanha, aguardar o amanhecer, admirando o nascer do sol, aspirar os odores da brisa, inflar a asa, enfrentar o vento de frente e elevar-se nos ares perto das aves, voando no céu silencioso.
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O regular exercício físico e a corrida de longa distância, é outra das actividades preferidas de António Brito. Participa regularmente nas provas da meia-maratona (21km), que se realizam no Outono, no Inverno e na Primavera. Não corre para os lugares da frente; fica-se habitualmente, pelo meio da tabela. O grande objectivo é participar da camaradagem da equipa Nashuatec e dos amigos que o acompanham.
Na longa distância, sofre-se muito para chegar ao fim. Mas é na superação da dor física, que encontra a energia e a força de vontade que lhe permitem atingir a meta, ultrapassar os seus limites e sentir-se bem por conseguir superar esse difícil desafio.
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